O percentual de rerruptura do tendão calcâneo em atletas, após o tratamento cirúrgico é
- menor que 5%.
- de 5% a 10%.
- de 10% a 15%.
- maior que15%.
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Conceito-chave
A ruptura aguda do tendão calcâneo (Aquiles) pode ser tratada com ou sem cirurgia, e o principal ponto de comparação entre as duas opções é a rerruptura, ou seja, o tendão romper de novo.
Depois da cirurgia, a rerruptura é baixa, menor que 5% nas séries publicadas.
No tratamento sem cirurgia clássico, com gesso por muito tempo, as taxas eram bem maiores. Mas, com os protocolos modernos de reabilitação funcional (bota com o pé apontado para baixo, apoio precoce e movimento controlado), a rerruptura sem cirurgia caiu e ficou próxima da cirúrgica.
A cirurgia, por sua vez, tem riscos próprios: problemas na ferida, infecção e lesão do nervo sural, que passa perto do tendão. As técnicas por pequenas incisões reduzem os problemas de ferida, mas o risco ao nervo continua.
Por isso, a escolha é individual. Em atletas de alta demanda, a cirurgia ainda é muito indicada, porque reduz o risco de rerruptura e ajuda a manter o comprimento certo do tendão. Um tendão que cicatriza alongado perde força de impulsão, o que pesa muito no esporte.
O diagnóstico é clínico: o teste de Thompson (apertar a panturrilha com o paciente deitado de barriga para baixo; se o pé não se mexe, o tendão está rompido), a perda da posição normal do pé levemente apontado para baixo em repouso (teste de Matles) e o afundamento palpável no tendão.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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