Na artroplastia total do cotovelo semiconstrita, o melhor resultado é observado nos pacientes com
- artrite reumatoide.
- doenças neurológicas.
- sequela pós-traumática.
- idade abaixo de 50 anos.
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Conceito-chave
O problema da prótese de cotovelo. O cotovelo trabalha com um braço de alavanca longo: pequenas cargas na mão viram forças grandes no implante. Por isso a sobrevida é limitada, e o melhor resultado é o do paciente que exige pouco da prótese. Classicamente, recomenda-se não carregar mais que poucos quilos com o braço operado pelo resto da vida.
O paciente ideal é o da artrite reumatoide. A doença é poliarticular, a demanda funcional é baixa, a dor domina o quadro e a anatomia costuma estar relativamente preservada, sem a fibrose e a deformidade do cotovelo pós-traumático. O idoso com fratura cominutiva do úmero distal e osteopenia é outra boa indicação. Vão pior o pós-traumático, com osso deformado, cicatrizes e demanda maior; o jovem, com mais anos e mais carga pela frente; e o neuropático, em que a articulação de Charcot é contraindicação, porque o paciente sobrecarrega o implante sem perceber.
Na prova: melhor resultado da artroplastia total semiconstrita do cotovelo é na artrite reumatoide.
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