Entre os padrões de fratura bicolunar do úmero distal, qual produz um pequeno fragmento troclear, às vezes sem inserção de partes moles, com risco de necrose avascular?
- Padrão em "T" alto
- Padrão em "Y"
- Padrão em "H"
- Padrão lambda medial
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Conceito-chave
Imagine o úmero distal como um triângulo: duas colunas, a medial e a lateral, descem dos lados e se unem embaixo pela tróclea e pelo capítulo. Numa fratura bicolunar, os traços separam as duas colunas e também a superfície articular, e o desenho desses traços decide o tamanho dos fragmentos que sobram para fixar.
Os padrões. O Green classifica as fraturas bicolunares de forma descritiva: o padrão em "T", alto ou baixo conforme o traço transverso esteja acima ou abaixo do limite superior da fossa do olécrano; o padrão em "Y"; o padrão em "H"; e o padrão lambda, medial ou lateral conforme a direção do traço supracondilar oblíquo (cap. 18, p. 865, Fig. 18.9).
Por que o "H" preocupa. Quanto mais distal a fratura, menores os fragmentos articulares e mais difícil fixá-los. O Green destaca que a lesão em "H" produz um pequeno fragmento troclear que pode ficar completamente sem inserções de partes moles; esse fragmento é difícil de fixar e há potencial de necrose avascular (p. 865). Sem cápsula ou ligamento preso a ele, o fragmento perde o caminho por onde chegam os vasos.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 25 da SBCM 2023, que mostrava desenhos de fraturas do úmero distal e pedia aquela com maior chance de necrose da tróclea; aqui os padrões são descritos em palavras.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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