Na descompressão in situ do nervo ulnar no cotovelo, quais estruturas formam o teto do túnel cubital, liberado pelo cirurgião, e o assoalho do túnel, respectivamente?
- Ligamento de Osborne (retináculo do túnel cubital) e aponeurose entre as cabeças do flexor ulnar do carpo; feixes posterior e transverso do ligamento colateral medial e cápsula
- Feixes posterior e transverso do ligamento colateral medial; ligamento de Osborne e aponeurose do flexor ulnar do carpo
- Aponeurose bicipital (lacerto fibroso); músculo braquial e cápsula anterior
- Arcada de Struthers e septo intermuscular medial; cabeça medial do tríceps
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Conceito-chave
O caminho do ulnar no cotovelo. O nervo ulnar desce posteromedial à artéria braquial, atrás do septo intermuscular medial e na frente da cabeça medial do tríceps; passa atrás do epicôndilo medial e medial ao olécrano e entra no túnel cubital; depois segue entre as cabeças umeral e ulnar do flexor ulnar do carpo (Green, cap. 28, p. 1105).
O teto. O Green define o túnel pelo que o cobre: o nervo "entra no túnel cubital, que é definido por uma camada fascial tensa que se estende do músculo flexor ulnar do carpo e do ligamento de Osborne" (cap. 28, p. 1105). É essa camada, o retináculo do túnel cubital com a aponeurose entre as cabeças do flexor ulnar do carpo, que o cirurgião libera na descompressão in situ. O livro lista os pontos de compressão possíveis ao longo do trajeto: arcada de Struthers, septo intermuscular, fáscia do flexor ulnar do carpo, ancôneo epitroclear, ligamento de Osborne e bandas fasciais dentro do flexor ulnar do carpo (p. 1105).
O assoalho. Embaixo do nervo fica a parede medial da articulação: o resumo do cap. 28 resume os limites do túnel com a articulação do cotovelo, cápsula e ligamento colateral medial, de um lado, e o flexor ulnar do carpo com o ligamento de Osborne, do outro (Resumo do cap. 28, túnel cubital). No colateral medial, o Green separa o feixe anterior, robusto, dos feixes posterior e transverso, que são "espessamentos sutis da cápsula" (cap. 22, p. 977); são eles, com a cápsula, que formam o leito do nervo.
Por que isso importa. A flexão do cotovelo estica o teto e aumenta a tensão e a tração no nervo, que fica superficial no túnel (Green, cap. 28, p. 1105). Na descompressão in situ, solta-se o teto e não se mexe no assoalho, para não desestabilizar a articulação.
| Parte do túnel cubital | Estruturas |
|---|---|
| Teto (liberado) | Ligamento de Osborne e aponeurose do flexor ulnar do carpo (Green, cap. 28, p. 1105) |
| Assoalho | Cápsula e colateral medial, feixes posterior e transverso (Resumo do cap. 28; Green, cap. 22, p. 977) |
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 67 do SIMÃO 2026, que cobrou o teto e o assoalho do túnel cubital.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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