Na lesão do bíceps distal, o HOOK test é realizado com
- o cotovelo em flexão de 90° e o antebraço em supinação ativa.
- o cotovelo em flexão de 90° e o antebraço em pronação passiva.
- o cotovelo em flexão de 90° e o antebraço em pronação ativa.
- a passagem do indicador do examinador na fossa cubital de medial para lateral.
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Conceito-chave
O bíceps distal transmite sua força ao rádio e é um importante supinador do antebraço. No Hook test, o paciente flete o cotovelo a 90° e supina ativamente, tornando o tendão mais definido. O examinador tenta passar o indicador sob o cordão tendíneo pelo lado lateral. Ausência de um cordão acessível sugere avulsão completa.
A direção lateral evita confundir o tendão com o lacerto fibroso medial. O teste não deve ser interpretado isoladamente: rupturas parciais, cicatrização e lacerto preservado podem produzir resultados enganadores. Sensibilidade muito elevada na descrição original não se reproduziu de forma uniforme em séries posteriores; um teste aparentemente normal não exclui todas as lesões.
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