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Questão de Lesões do bíceps (TEOT 2025)

Ombro e cotoveloLesões do bícepsTEOT 2025

No diagnóstico clínico da ruptura do tendão bicipital distal, o Hook test deve ser realizado:

  1. De lateral para medial, em supinação ativa.
  2. De medial para lateral, em supinação ativa.
  3. De lateral para medial, em supinação passiva.
  4. De medial para lateral, em supinação passiva.
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Gabarito: A · De lateral para medial, em supinação ativa.

Conceito-chave

O tendão distal do bíceps se insere na tuberosidade radial e transmite força para flexão do cotovelo e, sobretudo, supinação. Sua ruptura completa pode passar despercebida se a deformidade for pequena ou se a aponeurose bicipital permanecer íntegra. A palpação precisa distinguir o tendão verdadeiro de outras estruturas fibrosas.

No Hook test, ou teste do gancho, o cotovelo fica fletido e o paciente realiza supinação ativa, tensionando o tendão. O examinador introduz o indicador pelo lado lateral, de lateral para medial, tentando enganchá-lo por baixo do cordão tendíneo. Não conseguir enganchar um tendão identificável sugere ruptura completa.

A entrada medial pode encontrar a aponeurose bicipital, chamada lacertus fibrosus, e produzir uma falsa impressão de continuidade. A supinação passiva também não reproduz a ativação muscular padronizada. O teste não tem sensibilidade perfeita em todas as populações, especialmente em rupturas parciais ou com estruturas adjacentes preservadas; história, comparação contralateral e imagem quando indicada complementam o exame.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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