No diagnóstico clínico da ruptura do tendão bicipital distal, o Hook test deve ser realizado:
- De lateral para medial, em supinação ativa.
- De medial para lateral, em supinação ativa.
- De lateral para medial, em supinação passiva.
- De medial para lateral, em supinação passiva.
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Conceito-chave
O tendão distal do bíceps se insere na tuberosidade radial e transmite força para flexão do cotovelo e, sobretudo, supinação. Sua ruptura completa pode passar despercebida se a deformidade for pequena ou se a aponeurose bicipital permanecer íntegra. A palpação precisa distinguir o tendão verdadeiro de outras estruturas fibrosas.
No Hook test, ou teste do gancho, o cotovelo fica fletido e o paciente realiza supinação ativa, tensionando o tendão. O examinador introduz o indicador pelo lado lateral, de lateral para medial, tentando enganchá-lo por baixo do cordão tendíneo. Não conseguir enganchar um tendão identificável sugere ruptura completa.
A entrada medial pode encontrar a aponeurose bicipital, chamada lacertus fibrosus, e produzir uma falsa impressão de continuidade. A supinação passiva também não reproduz a ativação muscular padronizada. O teste não tem sensibilidade perfeita em todas as populações, especialmente em rupturas parciais ou com estruturas adjacentes preservadas; história, comparação contralateral e imagem quando indicada complementam o exame.
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