A epicondilite lateral é mais frequente em pacientes:
- Atletas na quarta e quinta décadas.
- Atletas na segunda e terceira décadas.
- Não atletas na quarta e quinta décadas.
- Não atletas na segunda e terceira décadas.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Apesar do nome cotovelo do tenista, a epicondilite lateral não depende de praticar tênis. O quadro é frequentemente uma tendinopatia da origem extensora, sobretudo do extensor radial curto do carpo, relacionada a cargas repetidas de preensão e extensão do punho. No processo crônico, degeneração tendínea é um conceito mais adequado do que presumir inflamação aguda persistente.
A apresentação clássica da prova é em não atletas na quarta e quinta décadas. Atividades ocupacionais e domésticas também exigem preensão, levantamento de objetos e estabilização do punho. Estudos em trabalhadores demonstram associação com esforços vigorosos e determinadas exposições biomecânicas, o que ajuda a compreender por que a doença é comum fora do esporte.
A dor sobre a origem extensora pode ser reproduzida por extensão resistida do punho ou preensão. O diagnóstico diferencial inclui síndrome do túnel radial, doença articular e dor referida. Idade e atividade orientam a probabilidade, mas não excluem doença em pacientes mais jovens ou atletas. A questão é epidemiológica, não um critério diagnóstico absoluto.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo