O arco funcional do cotovelo, segundo MORREY, é de 30 a 130 graus de flexoextensão e 50 graus em cada direção na pronossupinação.
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Conceito-chave
O arco funcional de Morrey. Para muitas atividades cotidianas, basta uma amplitude de flexoextensão do cotovelo entre 30 e 130 graus. Isso corresponde a 100 graus de movimento, embora a amplitude anatômica normal seja maior. Na rotação do antebraço, a referência funcional clássica é 50 graus de pronação e 50 graus de supinação.
De onde vem a utilidade. Levar alimento à boca e cuidar da higiene exigem combinações diferentes de flexão e rotação. Assim, o valor funcional não é o mesmo que amplitude máxima normal nem uma meta universal para todos: esportes, trabalho manual e tarefas acima da cabeça podem exigir mais. A referência ajuda a interpretar rigidez após trauma e resultado de tratamento.
Dois movimentos, duas medidas. Flexoextensão ocorre principalmente na articulação umeroulnar; pronação e supinação dependem das articulações radioulnares proximal e distal. Um cotovelo pode flexionar adequadamente e ainda ser funcionalmente limitado pela perda da rotação do antebraço.
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