O principal estabilizador do cotovelo em flexão submetido ao estresse em varo é
- a cápsula articular.
- a geometria óssea da articulação.
- o ligamento de COOPER.
- o ligamento colateral lateral.
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Conceito-chave
Estabilizadores do cotovelo. O cotovelo é uma das articulações mais congruentes do corpo. Sua estabilidade vem de três estabilizadores primários (a articulação ulnoumeral, o ligamento colateral medial, sobretudo o feixe anterior, e o complexo ligamentar lateral, sobretudo o colateral ulnar lateral) e de estabilizadores secundários (cabeça do rádio, cápsula e músculos flexores-pronadores e extensores).
O estudo de Morrey e An. Em cadáveres, mediram a contribuição de cada estrutura ao estresse em varo e em valgo.
| Estresse e posição | Geometria óssea | Partes moles |
|---|---|---|
| Varo em 90 graus | Cerca de 75% | Cápsula cerca de 13%, colateral lateral cerca de 9% |
| Varo em extensão | Cerca de 55% | Cápsula cerca de 32%, colateral lateral cerca de 14% |
| Valgo em 90 graus | Cerca de 33% | Colateral medial cerca de 55% |
| Valgo em extensão | Cerca de 33% | Divisão semelhante entre colateral medial e cápsula |
Por que o osso domina no varo em flexão. Com o cotovelo fletido, o olécrano fica encaixado profundamente na fossa e a incisura troclear da ulna abraça a tróclea, resistindo à abertura lateral. Por isso, perdas do processo coronoide (sobretudo a faceta anteromedial) tornam o cotovelo instável em varo.
Lição clínica. Na instabilidade em varo posteromedial, o essencial é restaurar a faceta anteromedial do coronoide e o colateral lateral; no valgo, o colateral medial é o estabilizador principal em flexão, como no arremessador.
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