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Questão de Fraturas do cotovelo e antebraço (TARO 2008)

Ombro e cotoveloFraturas do cotovelo e antebraçoTARO 2008

Na instabilidade rotatória póstero-medial em varo do cotovelo, a chave para o diagnóstico é a presença da

  1. fratura da base do processo coronóide.
  2. fratura da faceta ântero-medial do processo coronóide.
  3. lesão do ligamento colateral medial.
  4. lesão do ligamento colateral lateral.
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Gabarito: –

Conceito-chave

Uma lesão posteromedial em varo pode passar despercebida porque o cotovelo chega reduzido e a cabeça do rádio pode estar intacta. A pista óssea que identifica o padrão é a fratura da faceta anteromedial do coronoide, alternativa B.

Com carga axial, varo e pronação, a tróclea esmaga essa faceta e o complexo lateral costuma sofrer avulsão. O fragmento é pequeno em algumas radiografias, mas sua função não é pequena: ele integra o apoio ósseo que resiste ao varo. Se consolida mal, pode deixar a ulna subluxada e favorecer artrose (Rockwood, 10ª ed., cap. 40, “Instabilidade rotatória posteromedial em varo”).

O exame e as imagens precisam procurar o que falta no conjunto. Crepitação ao mover o cotovelo com o braço afastado do corpo aumenta a suspeita, porque a posição aplica varo. Perda do paralelismo umeroulnar medial, abertura radiocapitelar e subluxação estática na TC ajudam a reconhecer a incongruência; a reconstrução 3D é recomendada para definir o fragmento.

O ligamento lateral é importante, mas sua lesão também aparece em outros padrões. Já a localização anteromedial da fratura separa esta situação da lesão da ponta na tríade e da base nas fraturas da ulna proximal. Na cirurgia indicada, recuperar a borda com placa de suporte pode ser necessário além de reparar o ligamento.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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