A fratura marginal da cabeça do rádio com desvio, pela classificação de MASON, é do tipo
- I.
- II.
- III.
- IV.
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Conceito-chave
Mason classifica o padrão da fratura da cabeça do rádio. O tipo I é fissura ou fratura marginal sem desvio; o tipo II é marginal com desvio; o tipo III é cominutivo, envolvendo toda a cabeça. O tipo IV, acrescentado posteriormente, identifica fratura da cabeça associada à luxação do cotovelo.
O detalhe decisivo é “marginal com desvio”. Ele descreve uma parte da cabeça deslocada, sem informar a cominuição de toda a cabeça nem uma luxação associada. Portanto, não se deve transformar o simples desvio em Mason III, nem acrescentar uma luxação que o enunciado não mencionou para chamá-la de IV.
A modificação de Broberg e Morrey acrescenta medidas de desvio e superfície. Esses números não precisam ser introduzidos para resolver a descrição de Mason original e também não tornam o tipo II sinônimo de operação obrigatória. O resumo orienta verificar bloqueio mecânico, estabilidade e lesões associadas na decisão terapêutica.
Esse ponto liga classificação e conduta: duas fraturas classificadas como tipo II podem exigir escolhas diferentes se uma gira livremente e a outra tem um fragmento interposto. A classificação organiza o padrão; o exame e o conjunto de lesões ajudam a decidir o que fazer.
Leia “Classificação: Mason e Broberg-Morrey”, no resumo da Biblioteca, e depois o destaque de “Sem cirurgia”. Comparar essas seções evita usar o nome da categoria como indicação automática de tratamento.
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