O principal estabilizador contra o estresse em varo com o cotovelo em extensão é
- a cápsula.
- a superfície articular.
- o complexo ligamentar colateral lateral.
- o complexo ligamentar colateral medial.
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Conceito-chave
O cotovelo é estabilizado por três tipos de estrutura: o osso (o encaixe da ulna no úmero), a cápsula articular e os ligamentos colaterais (medial e lateral). Morrey e An mediram quanto cada um contribui para resistir às forças que tentam abrir o cotovelo para um lado ou para o outro. Os números ajudam a responder muitas questões.
Varo é a força que tenta abrir o lado de fora do cotovelo (empurrando o antebraço para dentro). Com o cotovelo esticado, quem mais resiste é a superfície articular, o encaixe da ulna no úmero, com cerca de 55%. A cápsula da frente contribui com cerca de 32% e o ligamento colateral lateral, com apenas cerca de 14%. Com o cotovelo dobrado a 90 graus, o osso fica ainda mais importante.
Valgo é a força que tenta abrir o lado de dentro. Com o cotovelo dobrado a 90 graus, o grande estabilizador é o ligamento colateral medial (seu feixe anterior).
Dois padrões ajudam a memorizar. A cápsula anterior só ajuda com o cotovelo esticado, porque é quando ela fica tensa; dobrando o cotovelo, ela relaxa. E contra o varo, em qualquer posição, quem manda é o osso: o processo coronoide na frente e o olécrano atrás, abraçando a tróclea.
Isso tem consequências práticas. Um coronoide fraturado que não é reconstruído deixa o cotovelo instável, por melhor que seja o reparo dos ligamentos. E o ligamento colateral lateral tem papel pequeno contra o varo puro; sua função decisiva é impedir a instabilidade rotatória posterolateral.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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