A osteocondrite dissecante do capítulo, em comparação com a doença de PANNER, acomete pacientes mais
- velhos e tem maior chance de formar corpos livres.
- jovens e tem maior chance de formar corpos livres.
- velhos e tem menor chance de formar corpos livres.
- jovens e tem menor chance de formar corpos livres.
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Conceito-chave
Duas doenças afetam o capítulo, a parte arredondada do úmero que se articula com a cabeça do rádio, do lado de fora do cotovelo. São confundidas com frequência, mas se diferenciam pela idade e pela evolução.
Doença de Panner. Afeta crianças mais novas, por volta dos 5 aos 10 anos. Todo o núcleo de ossificação do capítulo (o "osso em formação") se fragmenta e depois se refaz. É autolimitada: em meses a poucos anos, o capítulo se reconstitui, praticamente sem sequela. Quase nunca forma corpos livres (fragmentos soltos dentro da articulação). O tratamento é repouso e observação.
Osteocondrite dissecante do capítulo. Afeta adolescentes, por volta dos 11 aos 15 anos, quando o capítulo já está ossificado. Está ligada à compressão repetida do capítulo contra a cabeça do rádio, em ginastas e arremessadores. A lesão é localizada: um pedaço de osso com cartilagem perde irrigação. Se fica estável, pode cicatrizar com repouso. Se fica instável, pode se soltar e formar corpos livres, causando travamento, perda de extensão e desgaste precoce. É essa capacidade de soltar fragmentos que dá à osteocondrite um prognóstico pior.
Portanto, a osteocondrite acomete pacientes mais velhos e tem maior chance de formar corpos livres que a doença de Panner. O gabarito oficial aponta a letra C, que acerta a idade, mas diz "menor chance" de corpos livres, o que contraria a literatura. Por isso a questão tem um aviso.
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