A área apontada pela seta corresponde à inserção do:

- Ligamento colateral lateral.
- Músculo tríceps braquial.
- Músculo bíceps braquial.
- Músculo braquial.
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Conceito-chave
A ulna proximal e suas inserções. Na face anterior da ulna proximal, logo abaixo do processo coronoide, fica a tuberosidade da ulna, rugosa, onde se insere o músculo braquial. No olécrano, atrás, insere-se o tríceps. No tubérculo sublime, na face medial do coronoide, o feixe anterior do colateral medial. Na crista do supinador, na face lateral, o colateral ulnar lateral e parte do supinador.
O braquial. Nasce na metade distal da face anterior do úmero e se insere na tuberosidade da ulna e no coronoide. É o principal flexor do cotovelo, "o cavalo de carga", e age em qualquer posição do antebraço, porque a ulna não roda. É inervado principalmente pelo musculocutâneo, com uma pequena parte lateral pelo radial, o que permite a via anterolateral que o divide.
O bíceps, em contraste. Insere-se na tuberosidade do rádio, e por isso é, além de flexor, o supinador mais potente, mais eficaz com o cotovelo a 90 graus. Sua lesão distal tira cerca de 40% da supinação; a do braquial é rara.
Por que o coronoide importa. O braquial se insere abaixo da ponta do coronoide, e por isso as fraturas da ponta (tipo I de Regan-Morrey, ou da ponta de O'Driscoll) são avulsões capsulares, e não do braquial. Na tríade terrível, a fixação do coronoide inclui a cápsula anterior. A miosite ossificante do braquial é complicação de luxações e fraturas do cotovelo, sobretudo com massagem ou alongamento forçado.
Na prova: a área rugosa logo abaixo do coronoide, na face anterior da ulna, é a tuberosidade da ulna, inserção do braquial.
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