Na capsulite adesiva, a fase I é caracterizada por
- limitação do arco de movimento com dor.
- limitação do arco de movimento sem dor.
- ausência de limitação do arco de movimento com dor.
- ausência de limitação do arco de movimento sem dor.
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Conceito-chave
O ombro congelado, ou capsulite adesiva, é uma doença em que a cápsula da articulação do ombro inflama, engrossa e retrai, limitando o movimento. Ela evolui em fases ao longo de muitos meses. Uma das descrições mais usadas, a de Hannafin e Neviaser, tem quatro estágios:
Fase I (pré-adesiva, nos primeiros meses). Há dor, principalmente no fim dos movimentos e à noite, mas o movimento ainda está preservado. Se o ombro é examinado sob anestesia, a mobilidade é normal. Por dentro, existe uma inflamação da membrana que reveste a articulação (sinovite), sobretudo numa região chamada intervalo dos rotadores. Nessa fase, a doença costuma ser confundida com tendinite ou impacto, porque ainda não há rigidez.
Fase II (congelamento). A dor é intensa e o movimento começa a ser perdido progressivamente, à medida que a inflamação dá lugar à fibrose da cápsula.
Fase III (congelado). A dor diminui e a rigidez passa a dominar. A cápsula está espessa e retraída.
Fase IV (descongelamento). A rigidez vai cedendo lentamente e o movimento volta.
A divisão orienta o tratamento. Nas fases dominadas pela dor e pela inflamação, o alvo é a inflamação, com infiltração de corticoide na articulação e analgesia. Nas fases dominadas pela rigidez, o alvo é o movimento, com alongamentos e, se não houver melhora, procedimentos como a liberação da cápsula.
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