Na figura a seguir, o componente ligamentar mais importante para a estabilidade do cotovelo corresponde ao número

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Conceito-chave
O complexo colateral medial. No lado medial do cotovelo há três feixes. O anterior vai da face anteroinferior do epicôndilo medial ao tubérculo sublime do coronoide. O posterior, em leque, vai do epicôndilo à borda medial do olécrano e forma o assoalho do túnel cubital. O transverso (de Cooper) liga o olécrano ao coronoide, sem cruzar a articulação, e quase não estabiliza.
Os estabilizadores do cotovelo. São três primários: a articulação ulnoumeral, o feixe anterior do colateral medial e o colateral ulnar lateral (LUCL). Os secundários são a cabeça do rádio, a cápsula e a origem dos flexores e extensores. Entre os ligamentos, o feixe anterior é o de maior papel contra o valgo, que é a carga mais frequente e intensa do cotovelo, sobretudo entre 30 e 120 graus de flexão.
A anatomia funcional do feixe anterior. Ele tem uma banda anterior, tensa em extensão, e uma posterior, tensa em flexão, o que o mantém efetivo em todo o arco. Nasce abaixo do eixo de rotação no epicôndilo, e por isso o isométrico da reconstrução deve respeitar esse ponto. O tubérculo sublime pode ser avulsionado em arremessadores jovens e deve ser procurado nas fraturas do coronoide anteromedial.
Como a lesão aparece. Dor medial no arremesso, na fase de armação tardia e aceleração, perda de velocidade; moving valgus stress test e milking maneuver positivos; ressonância com contraste mostrando o sinal do T (contraste descolando a inserção distal no sublime). O tratamento cirúrgico é a reconstrução com enxerto (Tommy John).
Na prova: o ligamento mais importante do cotovelo é o feixe anterior do colateral medial, do epicôndilo medial ao tubérculo sublime.
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