No aspecto inferior da clavícula, a área indicada na figura a seguir é local de inserção do

- ligamento conoide.
- músculo subclávio.
- ligamento trapezoide.
- ligamento costoclavicular.
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Conceito-chave
Na face inferior da clavícula, a seta marca o tubérculo conoide, local de inserção do ligamento conoide, alternativa A. O relevo fica no setor lateral do osso, mas o conoide é o componente medial do par coracoclavicular.
O outro componente é o trapezoide, mais lateral, que se insere numa crista inferior vizinha. Os dois ligamentos nascem da base do coracoide e limitam a subida da clavícula lateral. Essa disposição é o fundamento das classificações das fraturas distais: o que muda é quais ligações permanecem com cada fragmento (Rockwood, 10ª ed., cap. 34, “Os ligamentos laterais”).
No IIA, o traço medial ao conoide deixa ambos os ligamentos no fragmento distal. No IIB, o conoide se rompe e o trapezoide continua preso ao distal. Reconhecer o tubérculo na peça anatômica ajuda a reconstruir essa relação numa radiografia, sem transformar uma área de inserção em diagnóstico automático de fratura.
Face inferior não significa uma única estrutura. Há subclávio e, na extremidade medial, a inserção costoclavicular. O que decide esta figura é o relevo específico e sua localização, não apenas o lado inferior da clavícula.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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