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Questão de Exame físico do ombro (TEOT 2024)

Ombro e cotoveloExame físico do ombroTEOT 2024

A amplitude de movimento do cotovelo de flexão e extensão considerada funcional é de

  1. 30º a 130º e 50º de pronação e 50º de supinação.
  2. 45º a 145º e 40º de pronação e 60º de supinação.
  3. 30º a 130º e 40º de pronação e 60º de supinação.
  4. 45º a 145º e 50º de pronação e 50º de supinação.
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Gabarito: A · 30º a 130º e 50º de pronação e 50º de supinação.

Conceito-chave

Nem todo movimento do cotovelo é igualmente necessário. Morrey estudou quanto de movimento as pessoas usam nas atividades do dia a dia (comer, se vestir, cuidar da higiene, abrir portas) e definiu o arco funcional do cotovelo: de 30 a 130 graus de flexão e extensão, com 50 graus de pronação (palma para baixo) e 50 graus de supinação (palma para cima).

Cada número tem um significado prático.

Os 30 graus de início mostram que os últimos graus de extensão quase não fazem falta. Quem não consegue esticar o cotovelo por completo raramente percebe no cotidiano.

Os 130 graus mostram o oposto: a flexão é o movimento mais valioso, porque leva a mão à boca, ao rosto e ao cabelo. Perder flexão incapacita.

Os 50 graus de cada rotação cobrem gestos como girar uma chave, virar a mão para receber o troco e apoiar a palma na mesa.

Esses números servem para decidir se uma rigidez precisa de tratamento e para avaliar o resultado de cirurgias.

Estudos mais recentes, como o de Sardelli, mostraram que tarefas modernas (usar celular, digitar) exigem um pouco mais de flexão e de rotação. Mas o arco de Morrey continua sendo a referência clássica cobrada nas provas.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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