Por que o Green desvaloriza os testes de ADSON, WRIGHT e HALSTEAD no diagnóstico da síndrome do desfiladeiro torácico?
- Porque só avaliam a compressão venosa
- Porque precisam de 3 minutos de exercício com as mãos elevadas
- Porque são frequentemente positivos na população normal e não são sensíveis nem específicos o bastante
- Porque só podem ser interpretados com eletroneuromiografia
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Conceito-chave
No desfiladeiro torácico, o exame físico é cheio de manobras, e o desafio é saber quais delas realmente ajudam.
A regra geral. Para um teste provocativo ser positivo, os sintomas do paciente devem ser reproduzidos ou o pulso radial deve diminuir ou sumir (Green, cap. 29, p. 1133).
Os testes antigos. A literatura mais antiga cita ADSON, WRIGHT e HALSTEAD, mas eles costumam ser positivos na população normal e não são sensíveis nem específicos o suficiente, sobretudo na forma neurogênica (Green, cap. 29, p. 1133).
O teste de ROOS. Também chamado de teste de rotação externa em abdução de 90 graus, de levantamento ou EAST. O paciente mantém os braços abduzidos e em rotação externa e abre e fecha as mãos rápida e repetidamente por 3 minutos; é positivo se reproduzir os sintomas ou causar fadiga rápida. Quem tem compressão posicional do nervo pode tolerar a posição por 1 minuto ou menos. Muitos o consideram a manobra mais sensível e reprodutível, e o tempo até os sintomas indica a gravidade, como o sinal de PHALEN no punho (Green, cap. 29, p. 1133, Fig. 29.10).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 46 do SIMÃO 2021, que perguntou o teste provocativo mais sensível e reprodutível para a síndrome do desfiladeiro (resposta esperada: ROOS). Como o acervo já tem essa pergunta direta, aqui o foco é o motivo de os testes antigos terem perdido espaço.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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