Na simbraquidactilia, segundo os critérios de RADOCHA, até que idade deve ser feita a transferência não microcirúrgica de falange do pé para que haja crescimento?
- Entre 2 e 5 anos
- Antes dos 15 meses
- Entre 5 e 7 anos
- Entre 7 e 10 anos
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Conceito-chave
Na simbraquidactilia, os dedos curtos têm "bolsas" de pele sem osso suficiente. A transferência de uma falange do pé, sem microcirurgia, pode dar esqueleto a esses dedos, e o desafio é fazer o osso transferido continuar crescendo.
Os critérios de RADOCHA. Para o sucesso e o crescimento após a transferência livre de falange: (1) a transferência deve ser feita antes dos 15 meses de idade; (2) o periósteo deve ser incluído; e (3) os ligamentos colaterais e as inserções tendíneas devem ser reparados (Green, cap. 36, p. 1419).
Por que esses três. Quanto mais cedo a transferência, maior a chance de crescimento. O periósteo permite revascularização mais rápida, provavelmente por inosculação, o que ajuda a conservar o osso. E a fixação de ligamentos e tendões ao osso transferido mostrou-se importante, embora o papel da carga sobre a fise seja incerto (Green, cap. 36, p. 1419). Há relatos tanto de crescimento ruim quanto de crescimento e função melhorados.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 94 do SIMÃO 2021, que perguntou a idade recomendada para a transferência não microcirúrgica de falange na simbraquidactilia.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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