Qual conjunto reúne apenas critérios de instabilidade da fratura do escafoide?
- Desvio maior que 1 mm, alinhamento em DISI e ângulo intraescafoide lateral maior que 35 graus
- Fratura da tuberosidade, alinhamento em VISI e ângulo intraescafoide maior que 35 graus
- Fratura da tuberosidade, alinhamento em DISI e cominuição
- Desvio maior que 1 mm, cominuição e ângulo intraescafoide menor que 35 graus
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Conceito-chave
A fratura do escafoide que parece pequena na radiografia pode ser instável e evoluir para pseudartrose se for tratada com gesso. Saber reconhecer a instabilidade é o que separa o gesso da cirurgia.
Os critérios de COONEY. COONEY e colaboradores tentaram definir as lesões instáveis e incluíram: desvio maior que 1 mm, ângulo intraescafoide lateral maior que 35 graus, perda óssea ou cominuição, fratura-luxação perilunar, alinhamento em DISI (ângulo radiossemilunar maior que 15 graus) e fraturas do polo proximal. Eles defendiam a fixação aberta para todas as lesões instáveis (Green, cap. 16, p. 682). O quadro do método preferido do autor repete a lista (p. 684).
O que não entra. A fratura da tuberosidade não está na lista; o desalinhamento citado é o DISI, não o VISI; e o ângulo intraescafoide normal é de cerca de 24 graus, de modo que valores abaixo de 35 graus não definem instabilidade (Green, cap. 16, p. 679 e 682).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 67 do SIMÃO 2022, que pediu a alternativa com apenas critérios de instabilidade da fratura do escafoide.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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