No tratamento cirúrgico do polegar contraído na artrogripose, que elementos o algoritmo do Green leva em conta?
- A postura da carpometacarpal e da metacarpofalângica e se a deformidade corrige passivamente
- A postura da interfalângica e da metacarpofalângica e a mobilidade ativa
- A postura da carpometacarpal e da metacarpofalângica e a mobilidade ativa
- A postura da interfalângica e da metacarpofalângica e a mobilidade passiva
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Conceito-chave
Na artrogripose, o polegar costuma ficar preso numa postura que impede a pinça. O tratamento depende de onde está a contratura e de quanto ela cede.
A classificação (Green, cap. 39, p. 1537, Tabela 39.2). Pela posição das articulações:
- Tipo 1: carpometacarpal estendida e metacarpofalângica fletida (o polegar clássico da artrogripose, mais visto nas artrogriposes distais).
- Tipo 2: carpometacarpal fletida e metacarpofalângica estendida (comum na amioplasia, em que a carpometacarpal acompanha a flexão do punho).
- Tipo 3: carpometacarpal e metacarpofalângica fletidas.
O algoritmo. Cada tipo se divide em subtipo A, corrigível passivamente, e subtipo B, não corrigível (Green, cap. 39, p. 1551, Fig. 39.23). Assim, a decisão cruza a postura da carpometacarpal e da metacarpofalângica com a mobilidade passiva. Quando corrigível, a transferência do extensor do indicador para o extensor longo do polegar ajuda; quando não, a condrodese da metacarpofalângica, a liberação da primeira comissura e a osteotomia de reorientação entram em cena.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 65 do SIMÃO 2022, que perguntou o que o algoritmo de tratamento do polegar na artrogripose leva em conta.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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