Qual profundidade de queimadura costuma ser a mais dolorosa logo depois do trauma?
- Segundo grau superficial
- Primeiro grau
- Segundo grau profundo
- Terceiro grau
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Conceito-chave
A dor da queimadura conta a profundidade da lesão, e de um jeito que parece contraditório: as mais profundas doem menos, porque destroem os próprios nervos que levariam a dor.
Primeiro grau. Atinge só a epiderme: pele eritematosa, sem bolhas, moderadamente dolorosa, como uma queimadura de sol (Green, cap. 57, p. 2122).
Segundo grau superficial. Atinge a epiderme e a parte superficial da derme, com bolhas. É considerado o tipo mais doloroso no período pós-trauma imediato, porque as terminações nervosas sensíveis não são danificadas. Cicatriza por regeneração a partir dos elementos epidérmicos que sobram na derme, como glândulas e folículos (Green, cap. 57, p. 2123, Fig. 57.3).
Segundo grau profundo. Superfície úmida e mosqueada, pálida ou eritematosa, que branqueia à pressão e reenche ao soltar. As terminações nervosas ainda estão presentes nas camadas vivas, então pode ser bastante dolorosa, e a pele ainda sangra à picada de agulha (Green, cap. 57, p. 2123, Fig. 57.4). Quanto mais profunda, pior a qualidade da pele regenerada.
Terceiro grau. Morte de toda a espessura da pele, com destruição dos apêndices dérmicos e das terminações nervosas: a ferida não cicatriza por regeneração epitelial e dói pouco no local. O quarto grau atinge estruturas profundas, como osso (Green, cap. 57, p. 2123).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 70 do SIMÃO 2024, que perguntou qual grau de queimadura é o mais doloroso.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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