Como se faz, adequadamente, o diagnóstico da doença de DUPUYTREN?
- Por exame clínico confirmado por teste genético
- Por exame clínico e radiografia em perfil da mão
- Por exame clínico e ultrassonografia da mão
- Pelo exame clínico
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Conceito-chave
Um homem de 60 anos mostra um nódulo duro na palma, na altura da prega do anelar, e um cordão que começa a puxar o dedo. Ele chega com uma pasta de exames pedidos em outro lugar. Para o diagnóstico, nenhum deles era necessário.
Diagnóstico clínico. "Dupuytren é um diagnóstico clínico que atualmente carece de um perfil laboratorial ou de imagem patognomônico" (Green, cap. 4, p. 156). Nódulos, cordões, depressões da pele e contratura progressiva, no contexto certo, fecham o diagnóstico.
Para que servem os exames. Eles respondem a outras perguntas. Radiografias simples podem mostrar alterações articulares degenerativas ou ossificação heterotópica de cordões. A ultrassonografia, inclusive com Doppler, pode ajudar a identificar um feixe neurovascular em espiral antes da cirurgia. Na ressonância, o DUPUYTREN pode se parecer com um schwannoma ou outros tumores. Ultrassonografia e ressonância podem avaliar a celularidade, mas não se correlacionaram com a progressão precoce (Green, cap. 4, p. 156).
E a genética? O Green descreve o DUPUYTREN como doença de "dois golpes", com predisposição genética poligênica e estressores, e fala em escores de risco genético; nada disso substitui o exame clínico no diagnóstico (cap. 4).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 29 do SIMÃO 2024, que perguntou como se faz adequadamente o diagnóstico da doença de DUPUYTREN.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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