Na síndrome da dor complexa regional, como interpretar a dor intensa, a dificuldade para dormir e a rigidez?
- São inespecíficas, mas sem elas o diagnóstico fica menos provável
- São patognomônicas da síndrome
- Só aparecem nas fases tardias
- Costumam melhorar bem com anti-inflamatórios e opioides
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Conceito-chave
Uma paciente opera o túnel do carpo e, duas semanas depois, chega com a mão inchada, dolorosa, sem conseguir dormir e com os dedos endurecidos. Pode ser uma evolução pós-operatória mais lenta, ou pode ser o começo de uma síndrome da dor complexa regional. Reconhecer cedo faz diferença, e os primeiros sinais são justamente os mais banais.
Os sinais de alerta. O Green afirma que os sintomas de alerta precoce que se correlacionam com o desenvolvimento da síndrome incluem dor intensa, dificuldade para dormir e rigidez. Esses sintomas são inespecíficos e não patognomônicos, mas a síndrome é menos provável quando estão ausentes (cap. 53, p. 2011).
Quando desconfiar mais. Os autores contam que, na experiência deles, dor que não responde a anti-inflamatórios e/ou narcóticos, dor em queimação, dificuldade para dormir e rigidez justificam uma avaliação cuidadosa em busca da síndrome precoce (p. 2011). Ou seja, a falta de resposta aos analgésicos comuns é, ela mesma, um sinal de alerta.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 54 da SBCM 2023, que cobrou o valor diagnóstico da dor, da insônia e da rigidez na síndrome da dor complexa regional.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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