No protocolo original de DURAN após reparo flexor, que excursão do tendão foi considerada suficiente para impedir aderências restritivas?
- Entre 1 e 2 mm
- Entre 6 e 8 mm
- Entre 3 e 5 mm
- Entre 10 e 12 mm
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Conceito-chave
Um tendão precisa cicatrizar e deslizar. A sutura aproxima os cotos, mas a função depende de o tendão voltar a percorrer seu trajeto. Se ele cicatriza aderido aos tecidos vizinhos, a contração não se converte em movimento útil do dedo. O Green descreve a rigidez digital associada a aderências peritendíneas ou contraturas articulares como a complicação mais comum após reparo flexor (cap. 6, p. 224). A reabilitação tenta limitar esse problema sem romper o reparo.
O significado de excursão. Excursão é a distância, em milímetros, percorrida por um ponto do tendão durante a amplitude do movimento. No protocolo original de DURAN, 3 a 5 mm foram suficientes para prevenir aderências restritivas, conceito que o capítulo registra como amplamente incorporado aos programas de reabilitação (Green, cap. 6, p. 225). A pergunta cobra essa distância de deslizamento, não um espaço entre os cotos e nem o deslocamento da ponta do dedo.
Mais excursão não significa sempre mais benefício. O mesmo trecho descreve trabalhos posteriores que apontaram 6 a 9 mm como limite máximo de excursão terapêutica, sem benefício adicional dessa maior excursão. O valor posterior não substitui o número perguntado sobre o protocolo original. A distinção entre uma quantidade suficiente e um limite máximo explica por que faixas numéricas próximas não são intercambiáveis (p. 225).
| Dado | Significado no Green, cap. 6, p. 225 |
|---|---|
| 3 a 5 mm | Excursão suficiente no protocolo original de DURAN |
| 6 a 9 mm | Limite máximo terapêutico discutido posteriormente |
| Força excessiva | Pode abrir o reparo ou romper o tendão |
Como raciocinar sobre a carga. O objetivo de aplicar força durante a reabilitação é produzir pequena excursão proximal, não acelerar a cicatrização. O exercício escolhido e a posição do punho, das metacarpofalângicas e das interfalângicas modulam a força sobre a sutura. Aumentar indiscriminadamente a carga para obter mais movimento cria o risco de abertura ou ruptura do reparo (Green, cap. 6, p. 225).
Um número de prova não é uma receita universal. O Green individualiza o programa conforme adesão, edema, configuração da sutura, ferida e lesões concomitantes. O terapeuta precisa saber o que o cirurgião reparou e quais estruturas associadas foram atingidas. Assim, memorizar 3 a 5 mm responde à pergunta histórica sobre DURAN; escolher o programa do paciente exige integrar resistência do reparo, capacidade de participação e resposta ao tratamento (p. 225).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 20 da SBCM 2023, que perguntou a excursão proposta por DURAN para evitar aderências após tenorrafia flexora.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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