Sobre os enxertos de pele de espessura parcial, é correto afirmar que:
- a contração secundária é mínima;
- a probabilidade de “pega” é menor se comparados aos de pele total;
- as lesões pequenas de face ou mão são indicadas para receberem tais enxertos;
- a disponibilidade é maior quando comparados com os de espessura total;
- as áreas doadoras são fechadas primariamente.
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Conceito-chave
Quando se escolhe entre um enxerto fino e um grosso, troca-se sempre uma coisa pela outra. O enxerto de espessura parcial leva parte da derme; o de espessura total, a derme inteira.
O enxerto parcial tem duas forças: é mais disponível, porque a área doadora cicatriza sozinha e pode ser usada de novo, e costuma pegar melhor. Numa série de couro cabeludo, a pega média foi de 90% contra 72% do total (PMC8721364). Seu preço é a contração maior e o aspecto pior.
O enxerto total contrai menos e, por isso, é preferido onde o movimento importa (PMC12088188). Em compensação, a área doadora não se regenera e precisa ser fechada, o que limita o quanto se pode tirar (StatPearls, Full-Thickness Skin Grafts). O Green acrescenta que, na mão, a pele volar merece atenção especial, inclusive para escolher a espessura (8ª ed., cap. 44).
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