Com relação ao retalho miocutâneo transverso do grácil transversal nas reconstruções mamárias, é INCORRETO afirmar que:
- é utilizado na ausência de outras alternativas de reconstrução autóloga;
- pode ser retirado com a paciente em posição supina;
- fornece tecidos moles facilmente moldáveis;
- possui pedículo longo, o que facilita a microanastomose;
- é considerado um retalho com rápida recuperação.
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Conceito-chave
Quando o abdome não serve de doador, o que usar na reconstrução da mama? As revisões colocam o retalho transverso do grácil (TUG) como segunda escolha, para mamas pequenas a médias, nas pacientes sem doador abdominal adequado (PMC7882326; PMC11650608).
Ele tem bons argumentos: anatomia previsível, baseada na artéria circunflexa femoral medial, levantamento rápido, baixa morbidade na área doadora, e a gordura da coxa tem textura próxima à da mama, o que torna a moldagem fácil (PMC10660174). Em uma metanálise de 871 pacientes, teve baixa perda total do retalho (PMC11449697).
E o preço? As fraquezas são volume limitado, que costuma exigir lipoenxertia ou implante, cicatriz na coxa, risco de linfedema e pedículo curto. Esse último ponto é o que a banca transformou em erro: dizer que o pedículo é longo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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