A luxação palmar do semilunar demonstrada nas radiografias corresponde, na sequência de MAYFIELD, ao

- estágio I.
- estágio II.
- estágio III.
- estágio IV.
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Conceito-chave
O perfil mostra o semilunar deslocado e rodado para palmar, separado de sua relação habitual com o capitato. É a luxação do próprio semilunar, correspondente ao estágio IV de Mayfield, e não apenas uma luxação do carpo em torno de um semilunar que permaneceu na fossa do rádio.
Na sequência descrita, a falha começa no lado escafossemilunar, chega à relação capitato–semilunar e depois ao lunopiramidal. No III, o carpo pode estar luxado enquanto o semilunar ainda permanece no rádio. No IV, a perda da contenção radiocárpica dorsal permite que o semilunar gire para palmar, usando os ligamentos palmares como dobradiça; o radiolunar curto costuma permanecer íntegro.
Reconhecer qual osso saiu de posição evita confundir a luxação perilunar com a luxação do semilunar. A posição palmar também explica a preocupação com o mediano e a necessidade de avaliação neurovascular e redução imediata descritas no resumo. A radiografia foi inspecionada, sem inventar medida angular nem classificar uma fratura ausente do enunciado. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seção Mayfield e a luxação perilunar.
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