A manobra ilustrada, com pressão sobre o tubérculo do escafoide e desvio ulnar para radial, é o teste de

- WATSON.
- deslocamento mediocárpico.
- baloteamento lunopiramidal.
- cisalhamento lunopiramidal.
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Conceito-chave
O desenho mostra pressão sobre a face palmar do tubérculo do escafoide enquanto o punho passa de desvio ulnar para radial. Essa associação de ponto de apoio e sentido do movimento identifica o teste de deslocamento do escafoide, ou Watson.
Ao entrar em desvio radial, o escafoide precisa fletir. O polegar do examinador dificulta essa flexão pela frente; com insuficiência da contenção escafossemilunar, o escafoide pode subluxar para dorsal e retornar com ressalto quando a pressão é retirada. A manobra procura uma instabilidade de movimento, não apenas dor à palpação.
Um teste positivo é sugestivo e precisa de contexto: frouxidão pode produzir ressalto em punhos normais. A imagem é um esquema de execução, sem provar lesão em um paciente específico. Os testes lunopiramidais usam outro ponto de apoio e mobilizam o lado ulnar da fileira proximal. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seções Teste de Watson e Dissociação lunopiramidal.
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