Com relação ao uso de medicações adjuvantes na microcirurgia reconstrutiva, pode-se considerar antiagregante plaquetário, vasodilatador e trombolítico, respectivamente:
- Dipiridamol, pentoxifilina e estreptoquinase.
- Ácido acetil salicílico, alprostadil, alteplase®.
- Buflomedil, uroquinase e dextran.
- Ácido tranexâmico, cilostazol e atenolol.
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Conceito-chave
Antiagregante, vasodilatador e trombolítico têm alvos diferentes. Aspirina reduz ativação plaquetária; alprostadil, uma prostaglandina E1, promove vasodilatação; alteplase ativa o sistema fibrinolítico para dissolver fibrina. A sequência B corresponde a essas classes.
Isso não significa administrar os três rotineiramente em toda microcirurgia. Benefícios e risco de sangramento dependem de indicação, dose e contexto. Trombose por torção ou falha técnica pode exigir revisão cirúrgica, não apenas medicamento.
A opção A também é farmacologicamente plausível: dipiridamol é antiagregante, pentoxifilina tem efeitos hemorreológicos e vasculares, e estreptoquinase é trombolítica. Assim, a escolha exclusiva B depende de como a fonte delimita vasodilatador e protocolo; não se deve chamar todos os fármacos de A de classes erradas.
Ácido tranexâmico inibe fibrinólise, enquanto uroquinase promove trombólise. Identificar mecanismos evita confundir impedir sangramento com dissolver coágulo.
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