Em relação ao protocolo pós-operatório após reimplante de extremidade, assinale a alternativa correta.
- O uso de calor local e aspirina são medidas adjuvantes, comumente utilizadas na maioria dos protocolos pósoperatórios após reimplante.
- A vigilância pós-operatória é padronizada e deve incluir avaliações vasculares de hora em hora em todos os pacientes, independentemente do risco ou das características do caso.
- Em casos de suspeita de isquemia arterial após reimplante, a primeira abordagem recomendada é sempre o uso de medidas conservadoras, como analgesia e aquecimento local, sem indicação de reexploração cirúrgica imediata.
- O uso rotineiro de anticoagulantes sistêmicos como heparina e dextran é considerado essencial após reimplante, com benefícios comprovados em todos os tipos de casos.
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Conceito-chave
O pós-operatório do reimplante procura manter perfusão e detectar falha cedo. Aquecimento ambiental apropriado, analgesia, hidratação e ausência de compressão externa ajudam a reduzir vasoconstrição. Aspirina é utilizada em muitos protocolos, sem constituir uma obrigação universal ou uma garantia de patência.
Monitoramento combina cor, temperatura, enchimento capilar, sangramento e métodos instrumentais disponíveis. Frequência deve ser alta no período de risco, mas é ajustada ao caso e ao serviço. A avaliação horária pode ser usada, sem significar que a mesma rotina serve a todos.
Suspeita de trombose arterial ou venosa pode exigir reexploração urgente. Aquecer e aliviar dor não devem atrasar a correção de uma obstrução mecânica ou trombótica relevante.
Heparina e dextran não têm benefício universal comprovado e podem aumentar complicações. O esquema depende de risco, técnica e evidência, enquanto vigilância e resposta rápida são fundamentais.
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