No tratamento cirúrgico da articulação radioulnar distal em pacientes com artrite reumatoide, os procedimentos de Darrach e Sauvé-Kapandji são técnicas distintas. Porém, uma característica em comum entre ambos é:
- O controle da translação ulnar do carpo.
- A instabilidade do coto da ulna remanescente.
- A aparência do punho após a cirurgia.
- A necessidade de implantes metálicos.
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Conceito-chave
Darrach e Sauvé-Kapandji tratam a articulação radioulnar distal por mecanismos distintos. Darrach remove a extremidade distal da ulna. Sauvé-Kapandji preserva a cabeça, funde a articulação distal e cria uma pseudartrose proximal para permitir rotação.
Ambos podem produzir um coto ulnar instável. Ele pode aproximar-se do rádio durante esforço e causar impacto doloroso, fraqueza ou estalidos. Preservar a cabeça no Sauvé-Kapandji não elimina a instabilidade do segmento proximal à pseudartrose.
A cabeça preservada mantém relações ligamentares e apoio ulnar do carpo; por isso controle da translação carpal não é idêntico entre técnicas. A escolha considera demanda, qualidade óssea, deformidade reumatoide e condição dos estabilizadores.
Procedimentos de estabilização do coto podem ser associados. O objetivo não é apenas obter rotação radiográfica: deve-se avaliar dor com carga, força e estabilidade dinâmica. Implantes são usuais na artrodese do Sauvé-Kapandji, mas não necessários em todo Darrach.
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