Na fratura do escafoide, a tomografia computadorizada tem Uma menor indicação
- na avaliação do desvio da fratura.
- no diagnóstico de fratura oculta inicialmente à radiografia.
- para seguimento na consolidação da fratura.
- para investigação de uma lesão cística associada à fratura.
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Conceito-chave
Tomografia caracteriza bem geometria, desvio e união do escafoide. Cortes orientados pelo eixo do osso ajudam a avaliar fragmentos e pontes ósseas, além de defeitos císticos. É útil para planejamento e para acompanhamento selecionado da consolidação.
Na suspeita de fratura oculta com radiografias inicialmente normais, ressonância costuma oferecer maior capacidade de detectar precocemente dano ósseo e outras lesões. Tomografia também pode identificar uma fratura, sobretudo cortical, mas não é a opção de maior destaque relativo nessa situação.
Portanto, “menor indicação” não significa contraindicação. Disponibilidade, tempo e pergunta clínica influenciam o exame. Uma tomografia negativa não elimina todo trauma oculto se a suspeita permanece.
A decisão deve separar diagnóstico inicial, medida de deslocamento e confirmação de consolidação. O melhor exame para edema e lesões associadas não é necessariamente o melhor para quantificar continuidade cortical.
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