Na abordagem cirúrgica da rigidez articular metacarpofalângica, assinale a alternativa correta.
- 45 graus de flexão é o objetivo final.
- Tenólise do extensor, capsulotomia dorsal e incisão/soltura parcial ou total dos ligamentos colaterais devem ser realizadas.
- A cápsula dorsal deve ser suturada ao final do procedimento.
- Nos casos mais graves a placa volar também deve ser desinserida proximalmente.
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Conceito-chave
Rigidez metacarpofalângica em extensão pode envolver extensor aderido, cápsula dorsal e ligamentos colaterais retraídos. A liberação é progressiva: identifica-se o que limita a flexão passiva e trata-se cada componente necessário. Não se cortam todas as estruturas indiscriminadamente.
Tenólise do extensor remove aderências; capsulotomia dorsal libera a cápsula contraída; soltura colateral pode ampliar flexão quando esses ligamentos permanecem limitantes. O objetivo é recuperar arco útil com estabilidade e possibilidade de reabilitação.
Suturar firmemente a cápsula recém-liberada pode recriar a restrição. Desinserir placa volar proximalmente não é uma etapa obrigatória dos casos graves e pode ameaçar estabilidade. O plano depende da localização real da contratura.
A mobilidade obtida na operação precisa ser mantida por manejo de edema, terapia e movimento orientado. Um valor final de 45° não representa objetivo universal suficiente para todas as tarefas. O equilíbrio entre amplitude e estabilidade é individual.
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