Em relação ao polegar em gatilho congênito, assinale a correta.
- Um espessamento nodular do tendão é o achado patológico mais comum.
- É frequentemente diagnosticado ao nascimento.
- Clinicamente há dor e sensação de travamento e destravamento do dedo.
- A melhor indicação é a liberação cirúrgica antes dos 3 meses de vida com anestesia local.
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Conceito-chave
Polegar em gatilho pediátrico costuma apresentar nódulo de Notta e bloqueio da interfalângica. Há espessamento nodular no flexor longo do polegar e dificuldade de passagem no sistema de polias, especialmente A1. O quadro pode ser percebido após o nascimento, apesar do nome tradicional “congênito”.
A criança pode ter a distal mantida em flexão, sem o padrão doloroso de estalido e destravamento tão típico no adulto. O exame procura extensão passiva, nódulo e distingue o problema de polegar aduto por fraqueza extensora ou outra malformação.
Conduta considera idade, flexão fixa, evolução e possibilidade de resolução espontânea. Observação e medidas selecionadas podem ter lugar; liberação cirúrgica é indicada conforme persistência e quadro. Não existe regra de operar antes de três meses com anestesia local em toda criança.
A liberação precisa preservar feixes neurovasculares e polias importantes para função. A finalidade é permitir deslizamento e extensão, sem criar instabilidade do tendão. Reconhecer o nódulo e o padrão pediátrico evita extrapolar tratamento de dedo em gatilho adulto.
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