Qual é a sequência mais recomendada para a correção cirúrgica das lesões da tríade terrível do cotovelo?
- Fixação do processo coronoide, redução da luxação e reconstrução do ligamento colateral lateral.
- Reconstrução do ligamento colateral medial, redução da luxação e fixação ou substituição da cabeça do radio.
- Redução da luxação, fixação do processo coronoide, fixação ou substituição da cabeça do radio e reconstrução do ligamento colateral lateral.
- Fixação ou substituição da cabeça do radio, reconstrução do ligamento colateral lateral e fixação do processo coronoide.
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Conceito-chave
A tríade terrível combina luxação do cotovelo com fraturas da cabeça radial e do coronoide. Esses componentes removem estabilizadores ósseos e frequentemente acompanham lesão ligamentar lateral. Recuperar apenas uma estrutura pode deixar o cotovelo instável.
A redução da luxação é uma medida inicial para recuperar posição e proteger estruturas. Na reconstrução, a exposição e a fixação do coronoide podem preceder o restabelecimento da cabeça radial, que funciona como estabilizador importante. A cabeça é fixada se reconstruível ou substituída quando a fratura não permite uma fixação confiável no contexto instável.
O complexo colateral lateral é reparado, e a estabilidade é testada. Reparação medial e estabilização adicional são consideradas quando permanece instabilidade, não como substitutos rotineiros da reconstrução dos componentes básicos.
A ordem da prova — redução, coronoide, cabeça radial e lateral — exprime um algoritmo clássico. Há variações conforme fragmento, acesso e necessidade; o objetivo é um cotovelo congruente que permita mobilização protegida, reduzindo risco de rigidez sem expor a reconstrução à reluxação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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