Numa fratura de radio, assinale a situação que apresenta a maior chance de o paciente ter associada uma instabilidade radioulnar distal.
- Traço de fratura no terço distal do radio.
- Traço de fratura no terço médio do radio.
- Traço de fratura no terço proximal do radio.
- Fratura de ulna associada.
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Conceito-chave
Fratura da diáfise radial pode acompanhar lesão da radioulnar distal: é o padrão de Galeazzi. A estabilidade distal depende de comprimento e alinhamento do rádio e das estruturas ligamentares, especialmente o complexo da fibrocartilagem triangular.
Quanto mais distal o traço radial, maior a preocupação com instabilidade associada. Não basta fixar o foco ósseo: após restaurar a anatomia, a radioulnar distal precisa ser examinada em diferentes posições. Uma articulação que parece alinhada numa incidência pode continuar instável ao movimento.
Sinais incluem alteração do espaço articular, desvio, encurtamento do rádio e lesões associadas. A presença de fratura da ulna não define por si só maior probabilidade que uma fratura radial distal com o padrão apropriado. Redução inadequada do rádio também pode manter incongruência.
A distinção com Monteggia é útil: em Monteggia, ulna e relação proximal do rádio; em Galeazzi, rádio e articulação distal. O traço no terço distal aponta para investigar a extremidade do antebraço que poderia ser esquecida durante o tratamento da fratura.
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