Considerando as alternativas a seguir, qual a melhor manobra provocativa para avaliar a hipótese de tenossinovite do extensor ulnar do carpo?
- Supinação do antebraço com desvio ulnar do punho.
- Supinação do antebraço com desvio radial do punho.
- Pronação do antebraço com desvio ulnar do punho.
- Pronação do antebraço com desvio radial do punho.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O extensor ulnar do carpo (ECU) tem relação dinâmica com a rotação do antebraço. Seu tendão ocupa o sexto compartimento dorsal e termina na base do quinto metacarpo, contribuindo para extensão e desvio ulnar. Bainha, subsistema de contenção e tendão podem ser fontes distintas de dor.
A supinação com desvio ulnar é a combinação aceita pela prova como provocação. A rotação altera a direção do tendão em relação à ulna, e a carga no desvio ulnar pode reproduzir sintomas. Dor precisa ser localizada sobre o ECU, não apenas declarada como dor genérica do punho.
Tenossinovite deve ser diferenciada de instabilidade ou luxação do tendão, que pode produzir ressalto, e de lesão de TFCC, impacto ulnocarpal ou outro diagnóstico. Ultrassom dinâmico pode ajudar a estudar movimento e bainha quando o exame deixa dúvida.
Uma manobra positiva aumenta a suspeita, mas não confirma tudo sozinha. O valor do teste depende de reproduzir o sintoma habitual e ser coerente com palpação, mecanismo e demais achados. Outras manobras, como teste de sinergia do ECU, podem complementar a avaliação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo