Sobre o retalho antebraquial volar (retalho Chinês), pode-se afirmar:
- Pode ser baseado no seu fluxo reverso para a cobertura das perdas do revestimento cutâneo do cotovelo.
- Pode ser retalho sensitivo, caso seja feita neurorrafia no n. cutâneo lateral do antebraço que o compõe.
- Na sua composição como um retalho osteomiofasciocutâneo incluindo até metade da secção transversa de segmento do rádio constitui o tipo ‘D’ da classificação de Cormack-Lamberty.
- O seu pedículo é a artéria colateral radial posterior.
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Conceito-chave
O retalho antebraquial radial, conhecido como “chinês”, é baseado na artéria radial. Oferece tecido fino e pedículo de comprimento útil. Pode ser transferido livremente ou usado com outras configurações, desde que a circulação da mão e a anatomia sejam avaliadas.
O componente osteocutâneo pode incluir um segmento do rádio, com risco de enfraquecer o osso doador. Quantidade retirada, local e eventual proteção precisam ser planejados; dizer que se pode incluir osso não equivale a recomendar retirar indiscriminadamente metade de sua secção.
C é a associação aceita pela banca na classificação citada. Já B descreve uma possibilidade real de retalho sensitivo: inclusão de nervo cutâneo e neurorrafia receptora pode oferecer recuperação sensitiva. Logo, o gabarito não deve levar o aluno a aprender que o radial nunca pode ser sensitivo.
Em fluxo reverso, a irrigação depende das comunicações distais e o arco favorece cobertura de mão e punho, não automaticamente cotovelo. Para qualquer variante, é necessário conhecer o custo da área doadora, o destino do pedículo e os vasos que ficam preservados.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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