Sobre as lesões agudas dos tendões flexores dos dedos da mão, é correto afirmar:
- O diagnóstico deve ser confirmado com exame de ultrassonografia ou ressonância magnética da mão.
- As lesões na zona 1 de Verdan do tipo I na classificação de Leddy Packer tem melhores prognósticos.
- As lesões na zona 2 de Verdan sem lesões das artérias digitais associadas devem ser reparadas preferencialmente em até 7 dias.
- As lesões na zona 1 de Verdan do tipo II na classificação de Leddy Packer apresentam lesão de todas as vínculas.
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Conceito-chave
A lesão flexora deve ser avaliada pelo exame de cada tendão e pela condição vascular do dedo. Isolar flexor superficial e profundo ajuda a localizar a perda funcional; postura em repouso, efeito de tenodese e exploração da ferida complementam o exame. Ultrassom ou ressonância podem esclarecer dúvida, mas não são obrigatórios para confirmar todo corte evidente.
Uma lesão com isquemia digital exige prioridade diferente da lesão com perfusão preservada. Quando ambas as artérias não estão comprometidas e o dedo está viável, o reparo pode ser organizado precocemente por equipe adequada; o caderno adota até sete dias como referência para o reparo da zona II.
| Avulsão do profundo: Leddy–Packer | Retração e vínculas |
|---|---|
| I | Retração à palma, perda das vínculas e maior urgência |
| II | Retração até a região da interfalângica proximal, com vínculo longo preservado |
| III | Fragmento ósseo limita retração mais distalmente |
Zona I envolve o profundo distal à inserção do superficial; zona II contém ambos dentro da bainha. Não se deve misturar uma zona anatômica com um tipo de avulsão nem atribuir melhor prognóstico ao tipo que perdeu irrigação e retraiu mais.
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