Observe a imagem a seguir: O retalho apresentado na imagem tem como característica:

- É um retalho axial nutrido pela artéria sural medial, elevado em conjunto com o nervo para garantir a circulação adequada da pele transferida.
- Utiliza o conceito de pedra fundamental que se assemelha a dois retalhos tipo V-Y para fechamento da ferida.
- Por tratar-se de retalho microcirúrgico, sua monitorização deve se dar idealmente a cada duas horas nos primeiros dois dias após a cirurgia.
- Tem sua aplicação ideal em casos de trauma com descolamento extenso da pele no entorno da lesão.
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Conceito-chave
A figura mostra um retalho keystone, uma opção local baseada na vascularização por perfurantes. O desenho lembra uma pedra central de arco: uma ilha de pele e tecido subcutâneo adjacente ao defeito avança para cobri-lo. Os extremos do desenho permitem um fechamento semelhante a dois avanços V–Y.
O tecido transferido permanece ligado à circulação local por perfurantes. Não é obrigatório isolar uma única artéria axial longa, nem seccionar o pedículo para fazer anastomoses em outro local. A disponibilidade de pele vizinha, sua mobilidade e a integridade dos vasos determinam se o avanço é seguro.
Na imagem, a sequência apresenta o defeito, o planejamento ao lado dele e o fechamento. Isso explica por que a geometria descrita em B é mais informativa que procurar um nervo específico no desenho. O nome não substitui a avaliação do leito: um grande descolamento traumático pode ter destruído as perfurantes e tornar o tecido aparentemente disponível pouco confiável.
O planejamento deve evitar tensão excessiva, avaliar fechamento da área doadora e preservar perfusão nas bordas. É um retalho local versátil, mas sua facilidade geométrica não transforma pele traumatizada em tecido saudável.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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