Na série de abordagens cirúrgicas transaxilares para a Síndrome do Desfiladeiro Torácico, a anormalidade anatômica que foi encontrada com mais frequência foi
- anormalidades do desenvolvimento ou inserção do músculo escaleno;
- costela cervical;
- músculo escaleno mínimo;
- anormalidades do tendão do músculo subclávio.
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Conceito-chave
Esta prova (PUC-SP 2023) não tem gabarito oficial confiável no acervo; a resposta indicada é a que a bibliografia sustenta.
Roos, que popularizou a ressecção transaxilar da primeira costela, descreveu anomalias congênitas de partes moles (bandas fibrosas e musculares) como as alterações mais encontradas na síndrome do desfiladeiro torácico, muito mais do que a costela cervical.
Bandas de Roos
Roos classificou várias bandas e anomalias musculares (tipos 1 a 9 e mais), a maioria relacionada ao escaleno (inserções anômalas do escaleno médio e anterior, escaleno mínimo, bandas fibrosas da apófise transversa de C7 à primeira costela). Elas estreitam o triângulo dos escalenos e comprimem o tronco inferior do plexo.
Por que a costela cervical não é a mais comum
A costela cervical está presente em cerca de 0,5% a 1% da população e é responsável principalmente pela forma arterial, rara. A forma neurogênica, que responde pela grande maioria dos casos, se associa às anomalias de partes moles.
Abordagens cirúrgicas
- transaxilar (Roos): ressecção da primeira costela, boa para o espaço costoclavicular e as formas venosas;
- supraclavicular: escalenectomia, ressecção de bandas e costela cervical, boa visão do plexo; muito usada para a forma neurogênica;
- infraclavicular: forma venosa.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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