O teste clÍnico descrito para avaliação da integridade da banda central dos tendões que realizam a extensão dos dedos é chamado de:
- Teste de Haines-Zancolli.
- Teste de Elson.
- Teste de Bunnell-Littler.
- Teste de Muckart.
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Conceito-chave
Depois de um trauma na interfalângica proximal, o dedo pode estar inchado e doloroso a ponto de esconder a ruptura da banda central. Se ela passa despercebida, semanas depois aparece a botoeira: a IFP fletida e a IFD em hiperextensão. A questão pergunta o nome do teste que denuncia a lesão cedo.
O que é a banda central. O aparelho extensor chega ao dedo e se divide. A banda central se insere na base dorsal da falange média e estende a IFP; as bandas laterais passam dos lados e vão ao tendão terminal, que estende a IFD (Rockwood and Green, 10ª ed., cap. 45).
Como funciona o teste de Elson. A ideia é isolar a banda central. Com a IFP fletida a 90° na borda da mesa, o paciente tenta estender a IFP contra resistência, e o examinador sente a IFD:
- IFD frouxa: a banda central está íntegra. Toda a força de extensão foi para a falange média, e as bandas laterais, frouxas com a IFP fletida, não conseguem estender a IFD.
- IFD rígida, estendendo: a banda central rompeu. Sem ela, o extensor recruta as bandas laterais, que tensionam o tendão terminal e estendem a IFD.
A lógica é contraintuitiva: a IFD que estende é o sinal da lesão, não da integridade.
O que fazer com o resultado. Na lesão aguda da banda central, o capítulo trata com tala só na IFP, em extensão por 4 a 6 semanas, deixando a IFD e a MCF livres para mexer ativamente, para cicatrizar a banda central e evitar a botoeira.
No resumo de fraturas da mão, a seção da IFP e da banda central explica o teste e a tala da lesão aguda.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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