Nas luxações da articulação interfalangeana proximal, a falha ocorre:
- No terço médio da placa volar.
- Proximalmente, nos ligamentos colaterais.
- Distalmente, nos ligamentos colaterais.
- Proximalmente, na placa volar.
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Conceito-chave
As luxações da interfalângica proximal seguem padrões previsíveis de falha ligamentar.
Anatomia
A IFP é estabilizada por:
- ligamentos colaterais próprios (da cabeça da falange proximal à base da falange média), tensos em todas as posições;
- colaterais acessórios (da cabeça à placa volar);
- placa volar: espessa e firme distalmente (presa na base da falange média), fina e flexível proximalmente, onde se prende pelos ligamentos de contenção (checkrein) à falange proximal.
Onde ocorre a falha
- colaterais: rompem proximalmente, na origem na cabeça da falange proximal;
- placa volar: rompe distalmente, na inserção na base da falange média (às vezes com fragmento ósseo).
Tipos de luxação e tratamento
| Luxação | Estrutura lesada | Tratamento |
|---|---|---|
| Dorsal (a mais comum) | Placa volar (distal) ± colaterais | Redução; buddy taping ou bloqueio de extensão; mobilização precoce |
| Volar | Banda central + colateral | Órtese em extensão da IFP por 6 semanas (risco de botoeira) |
| Lateral | Colateral (proximal) e parte da placa | Buddy taping; cirurgia raramente |
| Fratura-luxação dorsal | Fragmento volar da base da falange média | Estável (menos de 30% a 40%): bloqueio de extensão; instável: fixação, fixador dinâmico, hemi-hamato |
Luxações irredutíveis
Na luxação volar rotatória, a cabeça da falange proximal pode ficar presa entre a banda central e a banda lateral (botoeira do tendão), exigindo redução aberta.
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