A localização mais comum da fratura do escafoide em criança é
- Proximal.
- Cintura.
- Distal.
- Tubérculo.
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Conceito-chave
O escafoide da criança é diferente do adulto: é em boa parte cartilaginoso e ossifica de distal para proximal. O centro de ossificação aparece por volta dos 5 a 6 anos e o osso só se completa na adolescência. Por isso, o padrão das fraturas muda com a idade.
Padrão por idade
| Idade | Local mais comum | Comentário |
|---|---|---|
| Crianças pequenas (menos de cerca de 10 a 12 anos) | Polo distal (incluindo avulsões do tubérculo e fraturas osteocondrais distais) | O polo distal ossifica primeiro e recebe a carga |
| Adolescentes | Cintura (terço médio) | Padrão semelhante ao do adulto |
| Adultos | Cintura (cerca de 65%), proximal (cerca de 25%), distal (cerca de 10%) |
Séries mais recentes (Gholson, Boston) mostram que, com o aumento de esportes e da massa corporal das crianças, as fraturas da cintura têm se tornado mais frequentes também em adolescentes.
Diagnóstico
Dor na tabaqueira anatômica e no tubérculo do escafoide após queda com a mão estendida. Radiografias com incidência específica do escafoide; se negativas e a suspeita persistir, imobilizar e repetir em 10 a 14 dias, ou fazer RM quando necessário.
Tratamento e prognóstico
- a maioria consolida com gesso (incluindo ou não o polegar), com taxa de consolidação maior que no adulto, especialmente nas distais;
- fraturas desviadas, proximais, diagnóstico tardio ou pseudartrose: fixação com parafuso (com enxerto, se pseudartrose);
- a pseudartrose existe na criança, quase sempre ligada a diagnóstico tardio.
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