Qual inclinação ulnar do rádio distal na posição de frente?
- 11º.
- 15º.
- 22º.
- 9º.
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Conceito-chave
Os parâmetros radiográficos do rádio distal. A superfície articular do rádio distal tem uma inclinação definida em duas incidências. Restaurar esses valores após uma fratura é importante para a distribuição de carga no punho e para a função da radioulnar distal.
| Parâmetro | Incidência | Valor normal aproximado | Como medir |
|---|---|---|---|
| Inclinação radial (ulnar) | Posteroanterior (de frente) | 22 a 23 graus | Ângulo entre a linha da superfície articular (da ponta do estiloide radial à borda ulnar) e a perpendicular ao eixo do rádio |
| Altura radial | Posteroanterior | 11 a 12 mm | Distância entre a ponta do estiloide radial e a borda ulnar da superfície articular, no eixo do rádio |
| Inclinação palmar (volar tilt) | Perfil | 11 graus (faixa de cerca de 10 a 12) | Ângulo entre a superfície articular e a perpendicular ao eixo do rádio |
| Variância ulnar | Posteroanterior | Neutra (0 ± 2 mm) | Diferença de altura entre a superfície articular da ulna e a borda ulnar do rádio |
O que acontece na fratura. Na fratura de Colles, o fragmento distal se desloca para dorsal e radial e encurta: a inclinação palmar se torna dorsal, a inclinação radial diminui e a altura radial cai, aumentando a variância ulnar. Essas alterações transferem carga para a ulna e para o lado ulnar do carpo e podem causar dor, limitação da rotação e impacto ulnocárpico.
Critérios de aceitabilidade frequentemente citados. Inclinação radial de pelo menos cerca de 15 graus, encurtamento menor que 3 a 5 mm, inclinação dorsal de no máximo 5 a 10 graus e degrau articular menor que 2 mm. Em idosos com baixa demanda, desvios maiores podem ser tolerados, porque a função nem sempre acompanha a radiografia.
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