Considerando um tratamento adequado das fraturas estáveis e sem desvio da cintura e do polo distal do escafoide, a taxa de união esperada é de
- 60%.
- 70%.
- 80%.
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Conceito-chave
Fraturas estáveis e sem desvio do escafoide preservam melhor o contato entre os fragmentos e têm prognóstico de consolidação diferente das desviadas ou proximais. O resumo informa que as fraturas sem desvio consolidam acima de 90% sem cirurgia; entre os números oferecidos, 90% é a aproximação compatível.
A localização também orienta a conduta. O polo distal e o tubérculo podem ser imobilizados quando não há desvio, enquanto o polo proximal merece atenção especial pela irrigação retrógrada e pela maior dificuldade de união. Não se deve transferir o risco de uma fratura proximal instável para a cintura estável ou para a região distal descritas no enunciado.
O tratamento adequado inclui conferir se o alinhamento se mantém e se a união ocorreu, em vez de liberar apenas pelo tempo transcorrido. Para a cintura sem desvio, a fonte descreve seguimento com imagem e tomografia quando necessário para avaliar ponte óssea. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seção Escafoide: tratamento da fratura aguda.
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