Em relação à epidemiologia da mão torta ulnar, é correto afirmar
- mais comumente unilateral.
- não há formação de unlage.
- A mão geralmente não está acometida sempre acometida.
- 30% dos casos apresenta ausência de dedos.
- 90% dos casos apresentam sindactilia.
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Conceito-chave
A mão torta ulnar (deficiência longitudinal ulnar) é bem menos comum que a radial (cerca de 1 para 4 a 10) e tem características próprias.
Epidemiologia e associações:
- geralmente unilateral e esporádica;
- associações são musculoesqueléticas (deficiências do fêmur proximal, fíbula, escoliose, outras anomalias da mão), e não sistêmicas como na radial (VACTERL, Fanconi, Holt-Oram, TAR);
- o cotovelo é frequentemente anormal (sinostose radioumeral, luxação da cabeça do rádio);
- a mão quase sempre está acometida: ausência de dedos ulnares, sindactilia, anomalias do polegar e do primeiro espaço (em boa parte dos casos);
- o punho é relativamente estável, ao contrário da mão torta radial;
- anlage fibrocartilaginoso da ulna ausente pode amarrar o carpo e o rádio, aumentar a curvatura do rádio e luxar a cabeça; sua ressecção é parte do tratamento.
Classificação de Bayne (pela ulna): I, ulna hipoplásica; II, aplasia parcial (com anlage); III, aplasia total; IV, sinostose radioumeral. Classificações mais recentes incluem a mão (Cole e Manske, pelo primeiro espaço).
O tratamento costuma priorizar a mão (sindactilia, primeiro espaço, polegar), porque é ali que está a maior perda funcional.
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