Uma etiologia muito citada da síndrome do desfiladeiro torácico , a presença da costela cervical e de forma bilateral, são respectivamente de
- 5% e 25%.
- 5% e 50%.
- 15% e 30%.
- 50% e 75%.
- 0,5% e 50%.
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Conceito-chave
A costela cervical é uma anomalia da sétima vértebra cervical, presente em cerca de 0,5% a 1% da população, e bilateral em cerca de metade dos casos. A maioria das pessoas com costela cervical nunca tem sintomas.
Relação com a síndrome do desfiladeiro torácico:
- é a causa clássica da forma arterial (compressão da subclávia, estenose, dilatação pós-estenótica, aneurisma e embolia);
- na forma neurogênica, a costela cervical ou uma banda fibrosa a partir dela (bandas de Roos) comprime o tronco inferior (C8 e T1), causando a mão de Gilliatt-Sumner (atrofia tenar mais acentuada);
- uma apófise transversa longa de C7 pode ter o mesmo efeito, por meio de banda fibrosa.
Radiografia da coluna cervical em AP é o primeiro exame para identificá-la. O tratamento cirúrgico, quando indicado, inclui a ressecção da costela cervical (e frequentemente da primeira costela) e a escalenectomia.
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